sábado, 31 de março de 2018

Módulo 1000

365POP2018 - Sábado - Anos 60

Módulo 1000 começou no Rio de Janeiro, nos anos 60, com um monte de nomes e tocando em bailes, foi em 1969 que virou o Módulo 1000. Teve um disco LP, e mais umas coisinhas.


O tal disco, Não fale com as Paredes, de 1971 é meio inacreditável ser da época e nacional. é alternativo, progressivo e bastante pesado. Não é atoa que não fez sucesso na época, nem público, nem gravadora, nem nada disso estava pronto para o som do Módulo 1000, mas, ser pioneiro é isso. Hoje o disco continua importante e valendo uma fortuna.

Para um texto realmente completo sobre a banda, leia o lindk do Whiplash abaixo:
https://whiplash.net/materias/biografias/074090-modulo1000.html 


Links:

sexta-feira, 30 de março de 2018

Vìmana

365POP2018 - Sexta Feira - Anos 70

Pra terminar o ciclo nacional, só pra constar esse post atrasado, Vímana. Banda progressiva formada em 1974 e acabou em 1978. Tiveram um compacto, um LP e mais um LP ainda inédito.

A banda teve acabou com a expulsão do Lulu Santos, pelo ex-tecladista do Yes, isso dissolveu tudo e gerou as carreiras solo de Richie, Lobão e é claro, Lulu Santos.

Não é aquele progressivo clássico, mas, também, é difícil dizer o que exatamente é progressivo, as bandas inventavam coisas pra caramba.






Para mais, vai nos links.

Links:
https://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%ADmana_(banda)

quinta-feira, 29 de março de 2018

lista do 365POP2018 no Youtube

Para facilitar a vida de meus muitos  fieis leitores:



https://www.youtube.com/playlist?list=PLz67nhA3o4BlVctSH4EmpGoBeFjngDgCL 

Uma playlist com tudo que já saiu no 365POP2018. Uma música de cada, na verdade, um vídeo de cada, evitei colocar álbuns completos, mas em muitos casos não teve jeito.


Nau

365POP2018 - Quinta Feira - anos 80

Até que essa não está tão difícil como o Krânio, nem um pouco tão difícil de achar material.

Nau foi a primeira banda de Vange Leonel, que fez bastante sucesso nos anos 90, mas na década anterior o Nau lutava contra a maré (eu sei, desculpe) para consagrar seu disco, não aconteceu, tocou pouco e consequentemente vendeu pouco também. Era uma época selvagem e cheia de lançamentos de rock, foi a grande época do rock nacional, na verdade. Mas voltando para o navio (sim, de novo, desculpe). Nau teve seu início em 2985 e disco de estreia em 1987 e naufragou (desculpe) em 1989, quando os planos para um novo disco foram cancelados e a banda fez água (desculpe), seus membros ficaram a deriva (desculpe) na cultura pop, mas Vange Leonel salvou-se em um bote chamado carreira solo.(desculpe, parei).

Vange Leonel seguiu com carreira solo na música e como escritora, faleceu em 2014, mas isso é assunto para outro post.







E como nós somos umas merdas, incompetentes para cacete pra guardar a própria história, achei uma entrada para a banda Nau e para o disco na wikipedia em inglês.

Links:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Vange_Leonel
https://som13.com.br/nau/biografia
http://decadasdesom.blogspot.com.br/2010/08/nau.html
https://jornalggn.com.br/noticia/vange-leonel-da-banda-nau
https://en.wikipedia.org/wiki/Nau_(album)
https://som13.com.br/nau/todas-as-musicas
https://open.spotify.com/artist/3thfMfxhaDURVH20bMzl1q?si=nmtbasFlQcesNy6TM7mrSA
https://www.discogs.com/artist/320457-Nau

quarta-feira, 28 de março de 2018

Krânio

365POP2018 - anos 90 - quarta feira

E como já aconteceu com Jill Michaels, aconteceu com Krânio também. Eu não sei nada sobre essa banda, ela está no saudoso Rock 'n' Roll Delo Tercero Mundo V e morreu o Marcão, morreu de câncer em 2012  08/08/09 e deixou 3 filhos, o link está quebrado e sem cach. E em 2008 a banda ainda existia, achei uma nota de que tocaram em um festival com outras bandas. Estou chutando a parte de que começaram nos anos 90, mas pelo que lembro da época (caralho, já faz muito tempo), deve ser isso mesmo.



Editado:
Achei essa frase em um vídeo do Youtube:
"Kranio começou em março de 1997 com Marcão no baixo e vocal, Marcio na Guitarra, e Pig na bateria"
Em um comentário achei que a banda era de Indaiatuba, acho que lembro vagamente sobre isso.

Alguns vídeos do Youtube, sinto muito, é tudo que posso fazer por vocês sobre O Krânio.







Links:
http://indaiarockzine.blogspot.com.br/2009/08/rip-marcao-kranio.html
https://bdg.uol.com.br/banda/kranio

terça-feira, 27 de março de 2018

Charme Chulo

365POP2018 - Terça Feira - Anos 2000

Charme Chulo é uma banda de Curitiba que misturou brilhantemente o rock pós punk e a viola caipira. Eles iniciaram em 2003 e já estão no quarto disco, e esse é duplo. Não vou ficar repetindo aqui o que se pode ler no site da banda. Link abaixo (adivinha onde? na área de links).

Conheci a banda em um show ao vivo uns 10 anos atrás, de tempos em tempos acabo lembrando deles por um ou outro motivo e esse último disco de 2015 acabei de descobrir e está tocando agora no Spotify.






Links:
https://www.facebook.com/charmechulo.oficial/
https://open.spotify.com/artist/3xDBok2Snb5uHDDvPgaGgc?si=CZ2Tid9NRQ2rV0jRkwjoFA
http://charmechulo.com.br/charme/
https://www.youtube.com/channel/UCST9ZzZCW44BY_I3SBZw_bA

segunda-feira, 26 de março de 2018

Varney

365POP2018 - Segunda Feira - Anos 2010

Estou bastante por fora da música nacional e esse post é um daquele de busca a frio no Google. Achei Varney e comecei a escrever o post. Vi que a data batia, 2013 eles começaram, e dei play num vídeo do Youtube, então é tipo um post em tempo real.

Como é uma banda nacional e os textos da própria banda explicam melhores que eu poderia aqui, e acho meio besta copiar o que já está por ai, o esquema vai ser: resumo e links e o que achei do som.

A banda começa no Rio em 2013 com um dueto de rock alternativo e art rock, vira um quarteto, evoluindo assim sonoramente e no projeto como um todo, lançaram o disco Fantasma em 2016.

Gostei, tem peso, tem atitude e um tantinho dark nas letras. Foi uma bos descoberta pra esse post.




Links:

domingo, 25 de março de 2018

Nora Ney

365POP2018 - Domingo - Anos 50

Continuando as publicações nacionais, estou tentando me manter nisso por alguns dias, vamos ver se faço duas semanas, pelo menos é o que tentarei.

Nora Ney, nome de batismo, Iracema de Sousa Ferreira, nasceu no Rio de Janeiro20 de março de 1922 e faleceu em  28 de outubro de 2003). Sua carreira como cantora foi longa, desde os seus ainda não completados 30 anos, em 1950, até quase o fim de sua vida em 2001. Tinha uma voz grave e aprendeu a tocar violão sozinha. 

Ela não achava que tinha voz para as músicas nacionais, então ficava no inglês e francês, não soava como outras cantoras da época, mas logo começou com músicas em português e seu primeiro disco, em 1952, Menino Grande foi um sucesso. Entre seus fãs, Getúlio Vargas. 

Nora Ney cantava a tristeza, mas em 1955, cantou uma versão em inglês de Rock Around The Clock, começava assim, com uma cantora que nem voltaria a cantar nada de rock, o rock nacional. Não que ela não gostasse, numa entrevista declarou que era bem eclética. 

Ela teve a carreira interrompida pela perseguição política, retorna com as Garotas de Rádio e reconquista o espaço em rádios e palcos. 

Para mais leia os links abaixo. 

Mas cara país tem sua Nora Ney, ou sua Chiemi Eri. Rock Around The Clock realmente é uma música importante, gravada por  Bill Haley & His Comets em 1954 nem fez lá muito sucesso, mas um ano depois, na trilha de Blackboard Jungle (Sementes de Violência), estourou no mundo todo. Tanto a Nora Ney, a pedido de uma rádio, gravou uma versão nacional, como Chiemi Eri também a gravou no Japão em 1955. Claro que vou querer achar onde mais essa música, e esse filme inauguraram o rock pelo mundo.  Rock Around The Clock foi gravado em português em dezembro de 1955 por Heleninha Silveira, mas isso é assunto pra outro post.






Links:
http://www.senhorf.com.br/rockdebrasilia/interna03.htm
https://pt.wikipedia.org/wiki/Nora_Ney
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u38279.shtml
https://open.spotify.com/artist/6n3vQEpNNzmYXd1pxeifl6?si=vlZ8o4QGT8OjncxcCjZ-kw



sábado, 24 de março de 2018

Barros de Alencar

365POP2018 - Sábado - Anos 60

Sabe quando você descobre uma música na rádio AM, sou velho, não tanto assim, mas as vezes acontece. Um rádio ligado, uma letra que te chama a atenção durante o café da manhã bastante tardio do sábado e duas horas depois estou aqui escrevendo sobre um tal de Barros de Alencar.

Eu defendo duas ideias sobre música e todo o restante da cultura pop.

1- Antigamente não era melhor. As letras não eram melhores, as músicas também não, é que esquecemos o que não era exatamente brilhante, quanto tempo mais passa lembramos dos caras realmente bons e usamos os outros só pra cimentar a história. E se hoje está ruim é porque você não está procurando direito.

2- Não necessariamente algo tem que ser bom para agradar, posso citar algumas bandas que eu sei que nem são boas e que gosto. Só tem que fazer sentido para quem ouve, identificação manja? E outra, pra uma música ser boa ela não precisa ter a letra fenomenalmente escrita, ou isso aqui seria uma merda sem tamanho e nunca sobreviveria tanto tanto:

E é uma música foda! A letra é simples, e dai? Só na cabeça de gente chata (incluindo meu professor de História da Arte na faculdade) que toda música precisa de letras como Chico Buarque. 

Mas voltando ao Barros de Alencar

Nascido em 5 de agosto de 1932 na Paraíba começou a carreira como radialista, mas mudou-se para o São Paulo para fazer sucesso, conseguiu um lugar na rádio Tupi, seu primeiro compacto veio em 1968 e seguiu por outro até chegar em seu LP em 1973 e o disco de chamou Barros de Alencar, e em 1975 lançou outro disco, também chamado Barros de Alencar. E em 1978, adivinha! Outro disco chamado Barros de Alencar. E seu último disco em 1897 chamou Barros de Alencar Sentimental. 

Barros de Alencar volta para a carreira de radialista que mantém até uma cirurgia na garganta forçar sua aposentadoria. Ele faleceu em 5 de junho de 2017.

Basicamente resumi a wikipedia.

A tal música que me chamou a atenção foi essa.
Até um tanto quanto racista para os nossos padrões atuais e completamente tiozão. 

Barros De Alencar fazia a típica música de tiozão. Não é o que tenho saco de escutar, passa longe do que me identifico e escutaria em um dia normal, mas isso não quer dizer que não é interessante. é o um jeito de fazer as coisas que não acontece mais, tem todo aquele gosto (mesmo que meio ranço) dos anos 60 e 70 e é legal perceber que enquanto aconteciam revoluções, músicas de protesto, Beatles, hiuppies e posteriormente punks e metaleiros, um cara como Barros gravava suas músicas bregas de amor e achava seu público que procurava a simplicidade de um cara ficando louco de amor ou se declarando para seu amor ou pedindo socorro por amar alguém mais jovem que ele. 

E é exatamente isso que não deveríamos esquecer, mas esquecemos constantemente: existe espaço pra todo mundo, então para de aporrinhar a vovó por gostar de músicas de velho e que até parecem machistas, chauvinistas e sei lá mais o que para os padrões de hoje. E a vovó para de aporrinhar a netinha por escutar músicas de putaria. (na verdade, já repararam que as músicas estão carecendo de alguma putaria de vez em quando, mas isso é pra outro dia). 

*Troque vovó e netinha por qualquer grupo. 





E a notícia da morte dele. 

Links:




sexta-feira, 23 de março de 2018

A Barca do Sol

365POP2018 - Sexta Feira - Anos 70

Eu não gosto de escrever muito sobre bandas nacionais, não que eu não goste da música nacional, é só que nesse caso eu não terei o único texto em português sobre aquela banda. As vezes coisas como essa acontecem: Ronaldo e os Impedidos, e eu acabo tendo o post mais completo sobre o assunto. Não que alguém se importe com isso, na verdade eu deveria sentir vergonha pelo ocorrido.

Mas vamos para a Barca que é o que interessa.

A Barca do Sol era o grupo de apoio de Pery Reis (que agora tenho que descobrir quem é) e resolveram lançar como banda. Eles não se enquadravam no rock dos anos 70 e nem no samba da mesma época, o que segundo a banda foi um saco de conseguir espaço, o que só aconteceu no segundo disco. A banda seguiu até 1981 quando se dissolveu, mas antes, em 1978 gravam com Olivia Byington. Músicas inéditas e regravações. A Barca do Sol musicava poemas de artistas marginais.

é legal, é diferente e com todo gosto de anos 70. Difícil chamar de progressivo, o que geralmente acontece, difícil também não chamar. Não dá pra dizer que é MPB e nem que é rock. Acho que a banda fez o que queria nesses quase 10 anos de carreira, tocar o que desejasse da maneira que desejasse.

Não vou me alongar mais, existem textos melhores que esse e não vou ficar repetindo aqui o que foi dito (por isso minha relutância de escrever sobre música nacional, percebeu agora?) fucem lá nos links.



Links:
https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Barca_do_Sol
http://dicionariompb.com.br/a-barca-do-sol
https://woodstocksound.wordpress.com/2011/12/07/a-barca-do-sol-discografia-completa/
https://www.poeirazine.com.br/assunto/a-barca-do-sol/
https://open.spotify.com/artist/1CnyOcoitdKDn2OkHdevpo?si=QYshZeywT8-3LNOv_h-W2A

quinta-feira, 22 de março de 2018

Blackfire

365POP2018 - Quinta Feira - Anos 80.

Eu sei que Blackfire se encaixaria mais nos anos 90, mas eu queria escrever esse texto hoje.

Conhecer bandas não é uma tarefa exatamente fácil, como já escrevi AQUI, curadoria está em falta, e quando se quer ir para o esquisito e alternativo fica mais difícil ainda.

As vezes um assunto pouco relacionado, um link errado ou uma busca para completar um background de um personagem de GURPS SUPERS pode acabar na descoberta de boas bandas.

Esse último caso é verídico. Um amigo meu cismou de mestrar o tal Gurps Supers, eu já imaginava que a galera de novatos e a falta de paciência desse meu amigo seriam incompatíveis, ainda mais com um sistema que roda bem tudo, mas o supers sempre foi o calcanhar de aquiles do GURPS.

Meu personagem era um nativo americano, ganhou super poderes, super força, agilidade e resistência, levemente sobre humanas, e tinha (convenientemente) uma loja de armas. Eu queria que ele fosse fã de uma banda, comecei a procurar e cheguei no Blackfire.

Blackfire é uma banda formada em 1989 =, lá em Black Mesa. A banda, formada pelos irmãos Jeneda, Klee e Clayson Benally teve grande influência najavo, o pai era curandeiro tradicional e a mãe cantora folk. Eles cresceram na cultura navajo e musica e em 1989 subiram no palco pela primeira vez, mas a primeira demo, com 5 músicas só veio em 1994, com ninguém menos que CJ Ramone produzindo.

A banda seguiu seu caminho, se apresentando, as vezes com o show do Blackfire, as vezes mesclando com músicas nativas ou só apresentando essas últimas, nas quais os pais dos 3 irmãos participam. A discografia da banda é pequena, mas muito interessante. Uma mistura, acredito que única de música tradicional navajo e punk rock.

O som é cheio de energia e peso, mas as vezes melancólico, as letras tratam de direitos indígenas, luta por espaço e terra, genocídio e direitos humanos.










Recomendo muito, som autentico assim é raro, ainda mais em família e com tanta força.

Links:
https://en.wikipedia.org/wiki/Blackfire_(American_band)
https://open.spotify.com/artist/6QQKKYorBeBrx1aX3L1Kmi?si=Txu-0PfyS-CwULeRiaLERA
http://www.blackfire.net/
https://alchetron.com/Blackfire-(band)

quarta-feira, 21 de março de 2018

Republica

365POP2018 - quarta feira - anos 90

Rapidinho e reciclado, mas como gosto do Republica, vou botar em mais um 365POP. A Banda já apareceu (AQUI) no 365POP2016. Ninguém leu naquela época, talvez alguém leia agora.

Republica é  uma banda britânica formada em 1994 de rock alternativo, dance punk e todas essas outras misturas que era o pop mais pesado dos anos 90. No vocal e cara da banda, Saffron, nascida em 3 de junho de 1969, na Nigéria, ela foi do republica e de mais uma dúzia de projetos, incluindo dança e atuação. O Republica fez muito sucesso com o single Ready to Go, que é uma música bem divertida, mas com peso e aquele cheiro de industrial que meio que pegava todo mundo nos anos 90.

Se você procura algo divertido meio que pesado e com toda cara de anos 90, republica é uma boa banda pra você. A chance de Você conhecer Ready To Go é grande, tocava bastante na MTV, mas o resto da discografia é só se você for inglês ou fuçador de carteirinha.










A banda acabou em 2001 e voltou em 2008, mas não dá pra dizer que voltou bem voltado, fora uma regravação do Ready to Go e um disco ao vivo de 2013 nada de novo foi lançado.

Links:
https://open.spotify.com/artist/06YQ6XwCdPUn8rAXV70gge?si=ZJ7DgIKDTlaz6o7jtt_I3g
https://en.wikipedia.org/wiki/Republica
https://en.wikipedia.org/wiki/Saffron_(singer)
https://twitter.com/saffrepublica

terça-feira, 20 de março de 2018

THE PHENOMENAUTS.

365POP2018 - Terça Feira - Anos 2000

E continuando a onda Nerd, THE PHENOMENAUTS.

Uma banda da Califórnia de um monte de estilos de Rock e temática de ficção científica.Cada membro da banda usa um nome artístico da ficção científica. A banda é conhecida (por quem a conhece) por fazer shows surpresas em lugares em que não foram convidados e até em shows de outros grupos. Ele usam um monte de efeitos especiais no palco, além de roupas bem scifi.

O som é bem legal, bastante elaborado até e mesmo sem todo esses elementos contraventores e de scifi é bem legal. A banda começou em 2000 e já em 2002 lançou o primeiro disco. A discografia é imensa para tão pouco tempo de banda e merece ser escutada com calma, principalmente pelas letras que vaão do jpa citado scifi ao educacional, pois é, os caras adoram o espaço e essas coisas, inclusive fizeram um disco em homenagem a Neil Degrasse Tyson. Entre outras coisas já lançaram um joguinho de navinha e uma hq.










Links:
https://en.wikipedia.org/wiki/The_Phenomenauts
https://open.spotify.com/artist/3IViqpVqy9kaQHYcUKP4el?si=yJJ_bE9UT0CC7OhKseCX6Q
http://www.phenomenauts.com/
https://www.facebook.com/scienceandhonor/
https://www.discogs.com/artist/425276-The-Phenomenauts
https://www.youtube.com/channel/UC9HbYNOYplGQaCfjiJu036Q

segunda-feira, 19 de março de 2018

Thundering Asteroids!

365POP2018 - Segunda Feira - Anos 2010 (sim, atrasado com data fake, pois é, isso acontece bastante por aqui).

Thundering Asteroids! é uma banda punk nerd formada em 2009, mas seu primeiro EP é de 2011, então entrou no 2010. A banda é de Oregon, formada por 4 membros e o vocal é feminino. O nome Thundering Asteroids! veio do desenho animado Robotech, que é a versão americana de Macross. E pra completar os membros da banda usam nomes artísticos tirados do Universo Expandido de Star Wars.

A banda que foi formada com a piada de dois membros de arrumarem uma desculpa para ensaiarem duas vezes por ano e nunca se apresentarem virou uma banda de verdade quando a esposa de um deles o desafiou para fazer a apresentação. Depois disso a nerdice só aumentou. Suas letras são totalmente baseadas na cultura pop e cheias de referências. E o momento mais nerd que eles tiveram foi tocar em 2013 na convenção da Microsoft.

O som da banda é um punk bem divertido, mas sem nenhuma grande novidade musical. A graça é saber do que eles falam em cada música e perceber que alguém foi lá e pegou todas essas ideias e fez uma música com elas.

Fico feliz que o universo de bandas nerd esteja aumentando e é sempre legal escrever sobre essas bandas.
Como essas aqui que já estão no 365POP2018
I Fight Dragons
No More Kings
The Protomen
Aurelio Voltaire
Ninja Sex Party
Nerf Herder
Allie Goertz
Emerald Rose
Optimus Rhyme
Professor Elemental









Banda achada na busca a frio no google. Nem terminei o primeiro disco deles antes de terminar essa postagem.

Links:
https://www.youtube.com/channel/UCTh5_v2TudtLQimsnJJOpmA
https://open.spotify.com/artist/0dUqQzyPbYRJQEhVUC0pQK?si=XKR_YPk4S5GO2hW9Gk6JIw
http://www.thunderingasteroids.com/
https://en.wikipedia.org/wiki/Thundering_Asteroids!
https://www.facebook.com/thunderingasteroids/


domingo, 18 de março de 2018

Suraphol Sombatcharoen สุรพล สมบัติเจริญ

365POP2018 - Domingo - anos 50

Vou admitir uma coisa para vocês, os anos 50 são os mais difíceis de desenterrar para música. As regras ainda eram outras, a coisa não era simplesmente baseada em singles e LPs como nos anos 60 em diante, é toda uma outra lógica de gente contratada por estações de rádio ou TV e uma mistura de cantores, atores, apresentadores de TV. A grande cultura pop estava ainda começando e ninguém tinha escrito as regras.

Por isso eu costumo apelar para outros países, e hoje, Tailândia. Seguindo também a procura do Roberto Carlos de cada país, mas no caso de hoje está mais para Elvis.

Suraphol Sombatcharoen, nascido em 25 de setembro de 1930 e falecido em 16 de agosto de 1968 foi um dos primeiros cantores do estilo Luk thung, também conhecido como Phleng Luk Thung ( ลูกทุ่ง ou เพลง ลูกทุ่ง). É um estilo ocidentalizado que começa nos anos 50 e é basicamente a Tailândia sofrendo influência do ocidente com instrumentos de orquestra e todas essas coisas. O estilo também chamado de Country Tailandês foi sucesso até os anos 60.

Suraphol Sombatcharoen fez bastante sucesso nos anos 50 e 60, ele chegou mesmo a ser chamado de Elvis Tailandês durante seu período de vida e gravou mais de 100 canções. Uma delas, na verdade sua última canção, "Siphok Pi Haeng Khuam Lang" ("สิบ หก ปี แห่ง ความ หลัง" ou "16 Anos do Nosso Passado") fez entrar para o imaginário popular tailandês a crise dos 16 anos em um casamento, já que a música trata disso e é autobiográfica, Suraphol Sombatcharoen e sua esposa haviam se separado depois de 16 anos casados.

Antes disso outras de suas canções foram de grande sucesso e influência, a música, "Nam Da Sow Vienne" ("Lágrimas de uma Garota do Laos"). é considerado o surgimento do Luk Thung.

Em 16 de agosto de 1968, aos 37 anos, Suraphol Sombatcharoen, foi morto a tiros depois de um show em Malai Man. O motivo da morte, até onde entendi, mas estou usando o google tradutor em textos em tailandês, então não vou afirmar nada, continua um mistério. 

A música é bem legal, não só pela curiosidade histórica, geográfica e artística, é realmente agradável de se escutar. Um pop dos anos 50 com outra cara. 



Links:

sábado, 17 de março de 2018

Dom e Ravel

365POP2018 - sábado - anos 60 - também atrasado e com data de mentirinha.

Depois dum punk de ontem, mas na verdade de meia hora atrás, ainda estou escutando X, vamos pra um ufanismo e uma daquelas coisas difíceis de definir.

Dom e Ravel eram irmãos, nascidos no Ceará, Eustáquio em 21 de agosto de 1944 e Eduardo em 13 de outubro de 1947, mudaram pra São Paulo e se lançaram como Dom e Ravel. Era mais um grupo, mas seu alinhamento, acidental ou proposital (a parte difícil de definir) os levou ao sucesso e depois ao ostracismo. Dom morreu em 2000 e Ravel em 2011 tornando qualquer discussão, mesmo que ainda existente, inútil.




Links:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Dom_%26_Ravel
https://www.letras.com.br/biografia/dom-e-ravel
https://www.facebook.com/Dom-e-Ravel-198791253542735/
http://cultura.estadao.com.br/noticias/geral,morre-em-sao-paulo-ravel-da-dupla-dom-e-ravel,733550

sexta-feira, 16 de março de 2018

X

365POP2018 - Sexta Feira - Anos 70 (pelo menos faz de conta, vou colocar com data retroativa pra não zuar o 365, mas hoje é domingo)

X é uma banda punk de 1977, e uma das mais influentes, mas como outras do período, deixaram legado, mas não foram de grande sucesso. X inovou com o dueto nos jogais entre Exece Cervenka e John Doe.

Eles eram casados, a banda, tecnicamente, dura até hoje, mas desde o divórcio meio que a coisa esfriou. Em 1993 voltaram para um disco que não fez aquele barulho todo e lançaram umas coisas ao vivo e fizeram shows. Tanto Exece como John Do tiveram carreiras solo.

O som é aquele ótimo punk americano de começo, cheio de força, alto e enérgico.






Links:
https://pt.wikipedia.org/wiki/X_(banda)
https://en.wikipedia.org/wiki/Exene_Cervenka
https://open.spotify.com/album/5cKJsqm8mOjO7kMBj2DLI7?si=s2GNeVGuQSa2SLQ52_C_AA

quinta-feira, 15 de março de 2018

White Glove Test

365POP2018 - Quinta Feira- Anos 80

Faz tempo que não rola uma coisa realmente esquisita aqui, então, White Glove Test.

A banda formada na Califórnia nos anos 80, com aquele estilo pós punk lançou 2 discos e meio que desapareceu. Sua produção é bastante alternativa e irregular, o que é bem legal, mas certeza que não é material para agradar todo mundo.

Eu não conhecia até uns 15 minutos atrás e olha, curti muito. As faixas são bem diferentes entre si, é um material bem legal que remete muito a aquela final desesperançoso dos anos 80. Uma pena uma banda dessas terem apenas 4 seguidores no Spotify (incluindo eu)

Pelo que entendi em um comentário feito no único post sobre a banda, White Glove Test acabou por uma briga sobre o final de uma faixa do segundo disco.






Links:
https://open.spotify.com/artist/6WVbaFannTXQrsIVgAYrbY?si=HCMPI7VvSve8TlphHYjhhQ
http://wilfullyobscure.blogspot.com.br/2012/08/white-glove-test-leap-1989.html
https://www.discogs.com/artist/703893-White-Glove-Test



quarta-feira, 14 de março de 2018

Medicine

365POP2018 - Quarta Feira - anos 90

Medicine é uma banda de shoegaze, noise pop e alternative rock que teve seu grande momento debaixo dos holofotes na sua participação do filme O Corvo de 1994.

Medicine foi formada em 1990 na Califórnia e acabou em 1995, mas retorna em 2003, some de novo, retornando em 2013 e continuando por aí. Não é daquelas que retornam só no nome, a banda lançou 2 discos após o retorno.

Medicine é aquele shoegaze raiz, do bom mesmo, daquele som hipinótico e dark de se escutar o mais alto possível até que alguém venha checar se você está bem, precisando de algo e saber por que diabos você está escutando isso? Enfim, todos os problemas que escutar shoegaze causa a qualquer um.

Medicine é uma que me frustrou muito, não a banda em si, mas descobrir ela em um filme, na minha fase de descoberta dos sons mais darks e não achar nada, em lugar nenhum sobre a banda. Era uma época bem difícil de se escutar novas bandas. Tudo era caro, tudo era difícil e tudo era de boca a boca. Isso aconteceu com outras bandas naquela incrível trilha sonora que é The Crow.







Links:

terça-feira, 13 de março de 2018

I Fight Dragons

365POP2018 - Terça Feira - anos 2000

I Fight Dragons é uma banda que eu jurava que já tinha um monte de textos em português sobre ela aí pelas internets todas da vida. Mas não, só o meu publicado no Disco a Disco em  02 de março de 2014. Mas como isso é possível? A nerdosfera brasileira não acha essas coisas? I Fight Dragons é incrível!

A minha única queixa com I Fight Dragons é ter que explicar, toda maldita vez que falo da banda para alguém, e são muitas, que não é e não tem nada a ver com o Imagine Dragons (que convenhamos, é chata pra caceta).

Como das outras vezes que fiz isso, de pegar um texto antigo do Disco a Disco, vou reproduzi-lo na integra e só atualizar aqui na introdução.

O segundo disco da banda saiu em 2014, depois do post, mas eu já não escrevia mais lá. Então não teve review.

O novo disco, Near Future saiu em Dezembro de 2014 e consegue inovar muito. É bem legal de escutar no Spotify ou qualquer outro meio, mas esse não é o jeito certo de conhecer, pelo menos não as 10 primeiras faixas. Near Future é uma saga conceitual da mais simples e perfeita aventura de Bem VS Mal e garoto encontra garota. Sem reviravoltas, sem cinzas, apenas uma história simples de heroísmo, que empolga pra cacete e com uma excelente música.

Nem sei dar nome pra esse formato, é meio musical, meio história em quadrinhos e meio musical. Vale muito assistir. Só uma pena ser complicado de acompanhar pra quem não manja do inglês.



Links:
https://en.wikipedia.org/wiki/I_Fight_Dragons
https://www.discogs.com/artist/1757604-I-Fight-Dragons
https://open.spotify.com/artist/7DBXiFez54rbGjqw1tWi5w?si=wbGwx4nHSqKQ7fTofIYRlA

Meu antigo post no Disco A Disco



Voltando par as bandas nerds. Difícil dizer se I Fight Dragons é a banda mais nerd que já escutei, mas certeza que estaria em um Top 5.

I Fight Dragons é de Chicago, começaram em 2008, lançaram alguns eps e um disco: Kaboon, o próximo disco esta sendo gravado. Você pode acompanhar a barrinha sendo carregada no site oficial da banda (tipo especial de jogo de luta).

A banda mistura o pop/rock com música eletrônica, mas não apenas com sintetizadores e batidas digitais, eles usam sons característicos dos jogos de 8 bits, e não pense que é só uns barulhinhos na introdução pra dizer "somos nerds e botamos esse barulhinho de zelda aqui pra provar isso". Não, os sons são parte integrantes da música, é mais um instrumento. E o mais incrível que não é apenas colocado via edição, a banda desenvolveu instrumentos usando joysticks, guitarras de guitar hero, dance pads entre outros pra tocar ao vivo.

Sem mais delongas, vamos a Kaboon de 2011. O disco pode ser baixado do site oficial da banda: http://www.ifightdragons.com/home.html


01 - Fanfare: Uma breve introdução toda em 8 bits que usa a base da música Kaboon. Por essa faixa já é possível imaginar o que vem a seguir.

02- Kaboon: a faixa título do disco. A música começa com o som de 8 bits de base, seguido por guitarras e um 8 bits solando. É, é assim mesmo a coisa. Uma abertura pesadinha, animada e sobre o jogo da vida, escolher um lado, que as coisas um dia dão errado e um dia jogaram a bomba, acho que é uma metáfora típica de quem cresceu na guerra fria. Adoro o vocal distorcido no meio da música.


03- Save the World Get Girl: A minha faixa preferida. começa com o instrumental e solo em 8 bits, o vocal entra contando uma intro cantadinha, ai vem o peso da música, guitarras e 8 bits preenchem a música toda. É a mais empolgante do álbum, a letra é sobre salvar o mundo e ficar com a garota, tema de muitos filmes, mas é um tanto quanto metafórico, algo como dizer para si mesmo que se é capaz. Algo bem nerd eu diria, essa dúvida de existência típica de todos que procuram o escapismo em universos ficcionais. O clip da música é excelente, cheio de referências e easter eggs (cima, cima, baixo, baixo, esquerda, direita, esquerda, direita, B, A, start!)



04- cRaZie$: Começa com uma batida forte, o vocal começa a cantar sobre os loucos voltarem -a vida, essa música abusa dos sons em 8 bits, mais da metade da música saiu de algum Nintendo. Talvez a música mais emblemática no que se trata de som 8 bits, uma boa música para explicar para alguém como é essa coisa do I Fight Dragons. O clip é sensacional, uma paródia de Evil Dead.


05- Gloria (interlude). Toda em 8 bits, lembra a música de fim de fase.

06- My Way: lalalalala, uma baladinha, pelo menos é assim que começa, depois acelera. Os sons 8 bits são menos óbvios mas estão lá na música toda. Uma letra mais adolescente existencial, todos dizem o que ele deve fazer, mas fará do jeito dele, bastante lalalalala. Os sons 8 bits são bem óbvios da metade em diante da música.  Começa lenta, mas empolga.

07- With You: A primeira balada de verdade. fazer música animada com 8 bits é fácil, agora uma balada de violão, voz e Nintendo não é pra qualquer um. Uma música sobre ficar com quem se gosta e aproveitar as pequenas coisas. Não se preocupe tanto, tudo acabará em cinzas, um tanto pessimista. Essa é a única música com 2 vocais e também a única com vocal feminino.

08- Fight For You:  Começa com grave 8 bits de base, solo de mais 8 bits, e vem o vocal e guitarras, começa pesada, mas lenta. Vocal baixo e ele sobe com o resto da música. Eu e você contra o mundo, uma música romântica sobre se lutar por quem se gosta. uma das maiores letras do disco. ótima melodia, na tradição das músicas pesadas e melódicas do rock mais pop dos anos 90.

09- The Geeks Will inherit The World: Essa é a primeira música que conheci do I Fight Dragons e que me fez gostar tanto da banda. O disco volta a acelerar. Uma música de reviravolta, de que o colégio um dia acaba. Aquele geek que você tirava sarro do colegial agora tem os carros, tem o dinheiro. Cada vez que o vocalista diz: We got the Cars, we got the Money tem um barulhinho de moeda do Super Mário. O refrão diz tudo: Os geeks herdarão a Terra. Excelente clip em led


10- Disaster Hearts: Uma balada bem melancólica. começa com voz e piano, e entra o 8 bits, muito encaixado. Preste atenção no som em 8 bits de coração batendo. Uma música sobre se recuperar de desastres e o coração cicatrizar, aceitar que perdeu e continuar vivendo. Talvez a música mais triste do disco.

11- Don´t You: começa com uma intro baixinha em 8 bits, entram os outros instrumentos explodindo. O disco volta a ficar agitado, numa energia próxima a Kaboon, lá do começo. Mas a letra é bem melancólica e desanimadora. Queremos um monte de coisas, fama, dinheiro, amor, sucesso, mas não conseguiremos, pois passamos metade do tempo correndo em círculos. Rezando apenas para voltar, apenas para voltar... Clip feito por fã


12- Working: Começa com voz distorcida. Vai subindo o ritmo, os instrumentos vão entrando e a música chega no clímax no refrão, um longo refrão. A música é sobre o mundo do trabalho, você tirou 10 na faculdade, se formou e está frustrado em acordar, trabalhar, dormir e nenhuma perspectiva. o cantor/narrador vê isso, ele não caiu nessas mentiras. Olhares vazios no trem.

13- Before I Wake: Outra balada melancólica, esta disputa o lugar de mais triste do álbum com a Disaster Hearts. Voz e violão, e 8 bits pra acompanhar, inclusive um tipo de percussão. Amanhã tudo pode mudar, eu posso morrer antes de acordar, então lembre-se tudo que eu disse hoje. Uma música sobre perda, mudanças e lembranças. O 8 bits é muito bem usado, lembrando vários momentos tristes de muitos jogos.

14_ Suburban Doxology: E começa com peso e energia de novo. Adoro a base em 8 bits dessa música. Tem horas que a única coisa que não é em 8 bits é a bateria. Uma música animada sobre como ver o mundo, e se tornar mais irônico. No fundo uma música sobre crescer. Tem uma parte marchinha excelente.

Kaboom vem coberto com uma embalagem colorida, mas no fundo é um disco melancólico e bastante romântico. Não é um disco nerd no sentido de enfrentar dragões, não literalmente pelo menos, mas aqueles desafios da vida que podem ser representados por esse réptil gigante que cospe fogo (ou ácido, gelo, relâmpagos etc.). É sobre relacionamentos, sobre crescer e continuar sendo quem se é, de não se perder no caminho. No fim é um disco sobre as questões da geração dos 30 e 20 anos passam. Um bom disco, autêntico em todos os sentido, inovador e de se escutar no repeat, grande variedade entre as músicas. Altamente recomendável.

Recomendo assinar o newsletter da banda, eles distribuem bastante material exclusivo por lá.

Links:
Site oficial
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myspace








segunda-feira, 12 de março de 2018

Joywave

365pop2018 - Segunda Feira - anos 2010

Vamos descobrir juntos se Joywave é legal. É sério, estou começando o post sabendo única e exclusivamente que Joywave começou em 2010 e é uma banda indie. Todo o resto vou descobrir enquanto faço o post. Não escutei nada ainda, isso quer dizer que posso escrever um post sobre uma banda que eu nem gostei.

Começando agora a tocar.

Joywave foi criada em 2010, com os músicos: Daniel Armbruster (vocal), Joseph Morinelli (guitarra), Sean Donnelly (baixo), Benjamin Bailey (teclados) e Paul Brenner (bateria) que já tinham tocado em outas bandas. eles ficaram mais conhecidos quando participaram do projeto Big Data. A banda, depois disso, conseguiu lançar seu primeiro disco em 2015 e o segundo disco em 2017.

É uma banda nova, então não tem lá muito rolo ou polêmicas.

O som do Joywave é um indie rock, pop indie e eletrônico até legalzinho. Essa onda mais leve da música alternativa me soa um pouco repetitiva no geral, mas tem algo de original aqui, mas estou julgando por 3 músicas até o momento. Vale averiguar mais. Os clips são bem legais.


domingo, 11 de março de 2018

Eddie Kamae

365POP2018 - Domingo - Anos 50

Continuando o assunto de ontem, Eddie Kamae, nascido Edward Leilani Kamae em 4 de agosto de 1927 e falecido em 7 de janeiro de 2017, foi um músico, produtor, professor e mais algumas coisas. Ele foi um dos fundadores do Sons of Hawaii e um dos grandes influenciadores para o renascimento havaiano. Eddie nasceu em Honolulu e seria só mais um havaiano se alguém não tivesse esquecido um ukulele no ônibus em que seu irmão mais velho trabalhava. O garoto ganhou o tal instrumento e começou a praticar escutando e tocando músicas do rádio. Com 14 anos seu pai já o levava para tocar em shows abertos, o que começou a render algum dinheiro. Eddie começou a ir ao Queen's Surf para escutar música havaiana.

Nos anos 60 ele vai ser um dos fundadores da Sons of Hawaii e dar início à renascença havaiana. Ele manteve uma carreira paralela aos Sons of  Hawaii com pesquisa e gravações de músicas tradicionais havaianas e produção de documentários sobre as tradições e línguas havaianas.




Links:
https://open.spotify.com/artist/0YwDXRxZeigiUM0FhtcoEf?si=lthkla0UQcKMGuVAXvXsCQ   
https://en.wikipedia.org/wiki/Eddie_Kamae

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